Queremos sentir-nos acompanhados, compreendidos e amados. Mas as relações humanas são complexas e frustrantes. O carinho termina, a convicção é destruída, as pessoas mudam. Não seria menos difícil forma parecido, se definirmos a nossa metade da laranja? Seria ideal poder encher a moradia de familiares e amigos incondicionais, bonitos e entregues como fazia J. F. Sebastian, em Blade Runner.
Mas a todo o momento falta alguma coisa. O que nos evita de criar, à nossa imagem e semelhança, um robô qualificado de constatar emoções, de se relacionar, de nos fazer felizes? Você podes agendar o carinho, o pânico, a criatividade? Como desejamos elaborar robôs com alma? A Sony neste instante está a caminho e desenvolveu a 4X seu nome completo é Sony Dream Robô, SDR-4X, um robô de companhia pra criancinhas e adultos solitários.
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Foi projetado pra viver com as pessoas em tuas casas, afirma Toshitada Doi, vice-presidente executivo da companhia. A criatura, um Fred Astaire charlatão e cibernético de sessenta centímetros, utiliza os mesmos programas que o seu primo, o Aibo, todavia otimizados para favorecer a intercomunicação. Seus olhos são duas câmeras que ajudam a salvar obstáculos, calcular distâncias e diferenciar seus colegas; seus ouvidos, sete microfones que gravam ruídos e vozes.
Existem sensores em seus pés pra percorrer dignamente sobre isto superfícies irregulares e se levanta sozinho. Existem trinta e oito articulações e teu cérebro é um software projetado para aprender e lembrar. Porque 4X não é somente um rosto elegante: teu vocabulário tem 60.000 palavras e pode cantar e dançar.
Seu pôr-do-longo será em Yokohama no dia 28, a superior feira mundial de robótica Robodex. Patrocinada por várias organizações japonesas Sony e Honda entre elas) e o apoio da Agência de Ciência e Tecnologia, Robodex leva 2 anos expondo o último relativo com a inteligência artificial e suas aplicações.
Lá conhecemos a Asimo, o andróide de Honda, os Aquaroid Takara, águas-vivas e peixes eletrônicos que funcionam como os de verdade e o Aibo (companheiro, em japonês), estrela da primeira edição. A Mitsubishi Heavy Industries, até prontamente, mais centrada pela robótica industrial, vendeu mais de 2 robôs de entretenimento a um museu.
Como os autômatos de Seus-Droz, populares no fim do século XIX, ambos falam com as criancinhas, praticam jogos acessível e desenhados para uma empolgada platéia. Não é tudo. Nos laboratórios do MIT cresce Kismet, um robô que aprende a diferenciar as emoções humanas e a tornar-se aquilo. Com um simpático aproximado com o protagonista de Curto-circuito, de instante, tem menos iniciativa.
Ao teu lado Cog, todavia como certo de Rodney A. Brooks, chefe do laboratório de Inteligência Artificial, tem vindo a progredir desde 1993, ano de sua fabricação. Invariavelmente, diz Brooks, com orgulho, todo universo acaba tratando-o como um humano. São os mais famosos, entretanto não os únicos.
Como Brooks, muitos pesquisadores acreditam que os robôs inteligentes chegarão e que os próximos trinta anos irão ultrapassar em muito o de cada vídeo de ficção científica. Entretanto, os soldados do arsenal de Danzig de Von Kempelen para os amigos do tímido J. F. Sebastian, existe um comprido caminho que a ciência não tem curso.
Os especialistas em robótica e inteligência artificial são cautelosos. O que levam os robôs são computadores e, de instante, estão programados por engenheiros, reconhece Félix da Paz, professor do departamento de Inteligência Artificial da UNED. Como eles têm uma maneira ligeiramente humana é acessível se confundir, mas são muito limitados.
